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Afinal, pode ou não pode? (os jovens) – Afinal, o que fazer? (os adultos)

O que será que jovens e adultos pensam sobre temas como drogas, sexo, violências, relacionamentos pais e filhos e responsabilidades?

 \  Afinal, pode ou não pode? (os jovens) – Afinal, o que fazer? (os adultos)

Afinal, pode ou não pode? (os jovens) – Afinal, o que fazer? (os adultos)

Editora: DCL
Ano de publicação: 2008
Ilustrações: Maurício Negro
Capa e projeto gráfico: Eduardo Okuno e Gabriel Seabra

Versão do Pode, Não pode juvenil, mas prepare-se, porque essa versão vem cheia de surpresas e novidades: na forma e no conteúdo. Para começar, são dois livros em um: Afinal, pode ou não pode? (os jovens) e Afinal, o que fazer? (os adultos).
Foi pensando em tantas perguntas e dúvidas de jovens e adultos que nasceu a ideia de escrever esse livro com dois lados: o dos jovens e o dos adultos. O que será que jovens e adultos pensam sobre temas como drogas, sexo, violências, relacionamentos pais e filhos e responsabilidades? Isso você vai ficar sabendo nas páginas desse livro. Tudo que está no livro é resultado de um ano e meio de pesquisas e entrevistas com jovens e adultos de diferentes lugares do Brasil. Via entrevista no site (que permitiu que pessoas de norte a sul do país pudessem expor suas opiniões) e via entrevistas ao vivo em locais diversificados no estado do Rio de Janeiro. Com isso, consegui reunir opiniões de pessoas com cabeças, pensamentos, ideias, religiões, orientação sexual e classes sociais totalmente diferentes. Essa grande diversidade resultou num produto bem democrático. E nesse livro o leitor poderá descobrir diferentes olhares sobre todos estes temas.
O livro tem dois lados de propósito, para que jovens possam ler o que outros jovens pensam, mas também para descobrirem o que os pais pensam e vice-versa. Vale a pena conferir os dois lados para sacudir as ideias e repensar valores. Com certeza você vai se surpreender!
A ideia deste livro é incentivar o diálogo entre jovens e adultos, mas um diálogo verdadeiro, sem rodeios ou falsidades, sem hipocrisia ou falsos moralismos. Um diálogo que será pautado na amizade, na sinceridade, para que a lacuna muitas vezes existente entre jovens e adultos possa ficar menor, e para que todos (cada um à sua maneira) possam reavaliar suas atitudes.

 

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